CURSOS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO ONLINE!!

terça-feira, 26 de julho de 2011

O professor preconceituoso

Marco Radice, um escritor italiano, escreveu certa vez que é muito difícil construir pessoas “novas” sendo uma pessoa “velha”. Ele mesmo dizia, que temos tantas marcas de nosso tempo que talvez não consigamos ser plenamente pessoas “novas” então devemos nos esforçar para sermos as últimas pessoas “velhas”.

Nós, professores e professoras, neste sentido, temos em maior ou menor grau, concepções ou práticas discriminatórias e preconceituosas, e, às vezes, até racistas. Ser professor ou professora não basta para nos livrar dos problemas do mundo e das contradições de valores. Nós somos seres concretos, ou seja, produto de nosso tempo e de nossos ambientes culturais. Sendo assim, temos um dilema que pode ser expresso da seguinte maneira: se o professor deve desenvolver ações formativas quem é que o forma, ou como ele se forma, enquanto sujeito deste processo?

A resposta para esta questão seguramente não é simples, mas podemos investigar alguns caminhos.

1. Os programas de qualificação profissional dos professores devem necessariamente abordar este tema. Não basta estudar ética ou temas que tratem de valores ou condutas! Não basta saber sobre tal ou qual assunto... é necessário que os valores e condutas efetivamente sejam incorporados a prática cotidianas dos professores e professoras em formação.
Abro um pequeno parêntese para relatar uma experiência pessoal. Certa vez, eu fui visitar uma instituição escolar, quando passava pela cancha de esporte pude assistir parte da aula de educação física. Vi adolescentes correndo sob forte sol e um deles (bastante obeso e suando muito), devido a sua condição, estava sendo humilhado verbalmente pelo professor, que pensava estar fazendo uma pequena, inocente e carinhosa brincadeira.Procurei o diretor da escola, um amigo, ao qual pude relatar o fato e solicitei para não repreender o professor e nem mesmo comentar o fato. Mas elaboramos algumas propostas para tratar do problema com o coletivo de docentes, no transcorrer das quais o próprio professor relatou algumas de suas prática, reconhecendo o erro e se dispondo a mudar.Ao relatar este caso não quero de forma alguma identificar os problema da discriminação com os professores de educação física (pelo contrário enquanto categoria parece ser a que mais tem discutido e atacado o problema), mas reconhecer que o fato das aulas desta disciplina ocorrem em lugar aberto os deixam mais expostos, ao olhar visibilidade externo,do que os demais colegas.

2. Os professores e as professoras mais sensíveis a este problema devem atuar permanentemente junto aos seus colegas. Sempre apresentando, problematizando e criticando posturas e valores, como, por exemplo, mantendo a sala limpa após as reuniões, assumindo posturas de separação do lixo, e evidentemente não sendo e não permitindo preconceitos, etc. Estar sempre atendo a situações cotidianas, percebendo elementos discriminatórios em materiais didáticos, atividades, relações ente e com estudantes, conversas informais, piadinhas infames etc. Uma situação comum de discriminação é aquela que ocorre pela linguagem, pois é comum encontrarmos no vocabulário dos professores palavras como judiar. (o menino judiou do cachorro, ou seja, fez com cachorro o que se faz com judeu.) ou negro como depreciativo (a situação está negra, ou uma pessoa foi denegrida por outra, ou seja, a situação está como vida de negro) entre muitos outros casos.

3. A firme ação dos professores e professoras sensíveis ao problema da discriminação agindo junto aos alunos pode produzir alguns resultados significativos possibilitando o questionamento de colegas docentes que adotam posturas discriminatórias. Eu conheço alguns casos de colegas que tiveram sérios problemas com isso, pois a partir de suas intervenções alguns outros professores e professoras passavam a ser questionados pelos alunos e alunas em comum. Muitas vezes o próprio professor ou professora se dava conta de que estava equivocado e mudava de posição, em outros casos acabava direcionando a sua ira ao colega que havia sensibilizado os e as estudantes. Pois a discriminação, em alguns casos, é inconsciente e ao ser percebida, a própria pessoa assume uma postura de mudança. Mas em muitos casos, nos quais há cristalização da discriminação o seu portador ou portadora pode abandonar o debate racional e partir para diversos níveis de conflito. Mas uma vez exposto o problema é mais fácil de tratá-lo.

Uma última observação sobre este ponto: alguns colegas foram acusados de não adotar posturas éticas ao se colocarem ao lado dos estudantes. Eu penso que ter uma postura ética, não é apenas defender supostos interesses corporativos dos professores e professoras em oposição aos educandos e educandas, mas é o de assumir as nossas posições, defendendo-as nas instancias legitimas. Assim, penso eu, devemos defendê-las em reuniões de docentes, frente às coordenações, mas jamais utilizar mecanismos escusos como fofocas ou articulações à surdina.

Portanto, a tarefa dos professores e professoras é,ainda, mais ampla, e ocorre em duas difíceis frentes de intervenção: de um lado procurar avançar com os alunos e alunas, por outro atuar também em relação aos colegas.

Esta última tarefa parece ser a mais difícil e morosa, mas é preciso apostar neste caminho, pois quem luta contra a discriminação está imbuído dos mais humanos dos ideais e não é a oposição ou as dificuldades impostas por colegas que vai impedi-lo de seguir em frente.

Transtorno de Déficit de Atenção / Hiperatividade: Como trabalhar em sala de aula

1.1 – Conhecendo o Transtorno

Transtorno de Déficit de Atenção / Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio apresentado pela criança identificado como uma linguagem corporal diferente e um comportamento inadequado.

Algumas características são: a desatenção, agitação, excesso de atividade, emotividade, impulsividade e baixo limiar de frustração que afetam a integração da criança com todo o seu mundo: em casa, na escola e na comunidade em geral (Goldstein, 1994). É um distúrbio de interação, sendo que seu diagnóstico é difícil e complexo.

Pelo lado científico, o TDAH tem maior probabilidade de desenvolverem-se nos meninos, pois eles representam maiores níveis de atividade, sendo representados em torno de 90%. No entanto, meninos e meninas podem apresentar problemas iguais como resultados de hiperatividade.

Dois tipos de hiperatividade são encontrados nas crianças;

Desatenta agitada e não impulsiva
Desatenta agitada e impulsiva
Uma pesquisa realizada por Goldstein,(1994) conclui-se que aproximadamente 20 a 30% das crianças com TDAH podem ter problemas de desatenção sem problemas significativos de excesso de atividade ou impulsividade, ainda, tais crianças têm maior probabilidade de desenvolver depressão de ansiedade, de comportamento perturbador e um desempenho escolar mais fraco tendo maior dificuldade de aprendizagem.

O diagnóstico não é feito apenas por um questionário e sim por vários testes e por etapas levando o profissional capacitado a chegar à conclusão se a criança é hiperativa.

Devem-se pesquisar as causas específicas do TDAH podendo ser: hipertireoidismo oxiurose (verminose), apnéia do sono (suspensão de respiração), anemia por falta de ferro, efeitos colaterais de medicamentos e drogas antialérgicas. Lembrando que a maioria das crianças com esse transtorno não apresentam esses problemas .

Para a apresentação de um diagnostico é preciso à coleta e observação de oito tipos de informação, sendo eles:

• Histórico - é um relato de desenvolvimento da criança e da própria família, incluindo métodos usados para impor disciplina, sinais precoces de temperamento difícil, lembranças dos pais sobre acontecimentos da vida da criança. Nesta etapa se enquadram principalmente as crianças na faixa etária dos três anos. No entanto é importante ressaltar que não se pode classificar a criança como hiperativa apenas por esse fator.

• Inteligência - Goldstein (1994), coloca que inteligência seja o conjunto de aptidões e habilidades que predizem até que ponto um indivíduo pode atuar bem em várias situações(pag.42). Crianças com inteligência abaixo da média ficam provavelmente mais frustradas pelas exigências cada vez maiores impostas pela escola e pela vida. Daí uma maior probabilidade de apresentarem problemas de hiperatividade, como resultado de uma frustração e não de uma dificuldade temperamental.

• Personalidade e desempenho emocional – uma avaliação completa da hiperatividade precisa conter dados sobre o funcionamento emocional da criança e sua personalidade atual. Algumas crianças hiperativas são conscientes de seu problema, porém não todas. Nesse caso, a avaliação se utiliza uma série de questionários padronizados que avalia depressão, ansiedade e personalidade. As crianças respondem a tal questionário e suas respostas são comparadas com as de crianças normais, sendo que essa avaliação inclui uma entrevista com a criança.

• Desempenhos escolares- cerca de 20 a 30% das crianças hiperativas apresentam alguma deficiência em habilidades específicas, que interferem na sua capacidade de aprender, por isso, elas necessitam de uma educação direita e especial. Um dado importante ressaltado pelo autor é de que bem provavelmente tratamentos para a hiperatividade não têm muito efeito sobre aquilo que tais crianças aprendem.

• Amigos - A avaliação dos amigos e das capacidades sociais da criança é, geralmente, obtida por meio de entrevistas com pais e professores,questionários, e uma entrevista com a criança.

• Disciplina e comportamento em casa - A forma como os pais interagem com a criança é um fator que determina o nível de gravidade dos problemas que a criança hiperativa possa ter em casa. É importante a observação da criança em diferentes ambientes, pois há uma probabilidade de que os sintomas da hiperatividade sejam indicadores de outras dificuldades que a criança possa ter.

• Comportamento em sala de aula - Nesse caso é importantíssima a percepção e observação do professor sobre a capacidade da criança seguir regras e limites e respeitar a autoridade na sala de aula. Há crianças que se tornam cada vez mais

desatentas e isoladas. Outras adotam um comportamento típico de oposição e de desafio, ou então, tornam palhaços da sala de aula. Cuidadosamente é necessário considerar tudo o que é observado, para verificar se os sintomas podem refletir algum outro tipo de distúrbio emocional, de aprendizagem ou clínico da criança.

• Consulta medica - Como já citado o diagnostico clínico é essencial no processo de avaliação da criança.

Para uma avaliação esses dados são importantes, são de diferentes áreas sendo possível chegar a uma conclusão, que deverá ser apresentada com cuidado aos pais, para que não se revoltem e deixem de entender qual a dificuldade que seu filho está passando e devem ser apresentadas informações para que os mesmos saibam trabalhar com o transtorno.

1.2 – As mudanças comportamentais em sala de aula

Em uma sala de aula com algum aluno que possua o TDAH, esse exige certa atenção do professor que freqüentemente acaba entrando em conflito com um aluno já que o ele não atinge o resultado esperado pelo professor.

A criança hiperativa se move na sala de aula todo o tempo mostrando uma variedade de comportamento, desatenção inquietamente em sua carteira podendo ser intitulada como desobediente. A desatenção pode degradar o desempenho acadêmico da criança, evidenciando por caligrafia desleixada, erros por desatenção e papéis enxovalhados (Edyleine, 2000, pág.46).

Isso passa aos outros alunos já que eles não fazem os seus deveres por estar com atenção voltada ao conflito entre professor e criança hiperativa.

Essas crianças muitas vezes mostram uma grande atuação em sala de aula, pois o fato delas não permanecerem por muito tempo “quieto” não significa que ela não tenha a capacidade de aprendizagem necessária, pelo contrario o pouco tempo que conseguem concentração aprendem o mesmo que as crianças normais.

Goldstein (1994) relata que o comportamento da criança hiperativa é desigual, imprevisível e não reativo as intervenções normais do professor. Poucos professores têm conhecimento sobre o TDAH, obtendo uma percepção errada sobre o mesmo.

1.3 – O relacionamento entre professor e criança hiperativa

O professor deve estar em sintonia com os pais para que possam orientar e trabalhar com a criança hiperativa, ele tem grande influencia sobre o sucesso escolar da criança hiperativa, ele não deve estabelecer o conflito entre professor e aluno. A criança é vista pelo professor com certo desinteresse ou apatia.

Abaixo segue uma lista de sugestões baseadas numa combinação de pesquisas cientificas, julgamento profissional e senso comum de como os professores devem ser (Goldstein, 1994, pág. 113).

O professor sabe sobre hiperatividade em criança e está disposto a reconhecer que este problema tem um impacto significativo sobre as crianças da classe.
O professor parece entender a diferente entre problemas resultantes de incompetência e problemas resultantes de desobediência.
O professor não emprega como primeira opção o reforço negativo ou a punição como meios para lhe dar com problemas e para motivar as crianças em sala de aula.
A sala de aula é organizada.
Existe um conjunto claro e consistente de regaras na classe. Exige-se que todos os alunos aprendam as regras.
As regras da sala de aula estão colocadas num cartaz colocado na sala apara que todos vejam.
Existe uma rotina consistente e previsível na sala de aula.
Um professor exige e segue restritamente as exigências especificas a comportamento e produtividade.
O trabalho escolar fornecido é compatível com o nível de capacidade das crianças.
Segundo Edyleine (pág. 49 – 2000) além da importância do estilo de interação que o professor estabelece com a criança e/ou adolescente, é essencial também que este tenha experiência, se recicle profissionalmente e que, também, adote uma filosofia (abordagem) sobre o processo educacional. Ter informações de como o professor lida com dificuldades de outras crianças, como encara o TDAH e se tem interesse em ajudá-las são questões que devem ser levantadas durante o processo de escolha do professor.

1.4 – A escola adequada

Deve-se ter conhecimento se a escola é apropriada para receber um aluno com o transtorno caso não seja possível a escolha, como em cidades pequenas, é necessários expor os problemas aos membros da mesma.

Abaixo alguns aspectos que devem ser analisados quanto a escolha da escola (Edyleine, 2000, pág. 48).

Deve discutir-se com a equipe escolar a respeito da noção que esta tem sobre TDAH, o que é como a escola faz para receber tais alunos.
Levar em conta o trabalho da classe. O tamanho ideal é aquele que comporta entre doze a quinze alunos. Questionar se os professores recebem treinamento e suporte extra de outros profissionais como pedagogos, psicopedagogos e/ou psicólogos.
Verificar qual a posição da escola a respeito de uso de medicação, que mecanismo a escola utiliza para sua administração, se acredita em seu benefício ou não
Verificar se a escola apresenta uma política para ações disciplinares. Quais os esforços que a escola poderá fazer para auxiliar a criança e não cometer erro e não apenas aplicar punições.
Verificar como se dá comunicação entre família e escola. Existe algum meio pela qual os professores podem advertir os pais diariamente quanto às principais dificuldades enfrentadas pela criança? Isto pode dar-se por meio de comentários no próprio caderno da criança, em uma agenda, ou, ainda, pessoalmente no final da aula. A comunicação entre família-escola é importante porque mantém pais e professores informados sobre o desempenho diário da criança.
Verificar se a escola é receptiva aos profissionais que acompanham a criança a fim de que possam juntos, discutir sobre o programa educacional e as possíveis recomendações. Se a escola e os professores mostram-se defensivos aos outros profissionais, deve procurar-se outra escola.
Deve questionar-se se há outras crianças na classe com outras dificuldades como as de aprendizagem, de comportamento ou emocionais. Se a classe tiver mais do que duas ou três crianças com problemas, deve solicitar-se outra classe, ou, ainda, outra escola.
Sem duvida a melhor escola é aquela que tenha total interação com o transtorno e que ofereça professores capacitados a ensinar e saber trabalhar com crianças hiperativas.

Justificativa

Escolhi esse tema por se tratar de um assunto que ainda assusta muito profissional da educação, porém não só a eles e sim aos pais de crianças hiperativas que se preocupam com a educação de seus filhos e pais de outras crianças que muitas vezes por não conhecer o que se trata o problema pensam que as crianças com transtornos poderão prejudicar seus filhos.

Procurei informações de como identificar uma criança hiperativa e os diagnósticos para a causa, é necessário saber como lidar com elas impondo limites, porém respeitando-as e ensinando elas a superar obstáculos que irão surgir.

Objetivo

O objetivo desse projeto é de obter orientações de como relacionar com crianças que possuem o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) em sala de aula, onde muitos professores têm certa dificuldade em diferenciar um aluno bagunceiro a um hiperativo.

O TDAH é um grande desafio para pais e professores; os pais não sabem como cuidar e que postura tomar dos problemas que surgem com o transtorno. Professores sem informação sobre o assunto ficam na mesma situação e muitas vezes não sabem o que fazer e que atitudes tomar.

A Hiperatividade é um assunto de difícil entendimento, pois há poucos livros relacionados; obtive grande dificuldade, pois os livros que existem geralmente são relacionados à área da psicologia e não da educação. Os professores possuem falta de informação sobre o transtorno e acabam rotulando as crianças hiperativas como bagunceiras, sem saber diferenciar.

Pretendo com esse projeto esclarecer e auxiliar pais e professores que ainda tem duvida sobre o transtorno.

Hipóteses

Penso que se o educador possui conhecimento sobre o transtorno ele poderia trabalhar melhor em sala de aula com os alunos, poderia conciliar os alunos normais com os hiperativos. Esses deviriam ser instruído sobre o transtorno durante o seu estudo, pois ao chegar à sala já saberiam como trabalhar.

Metodologia

O método utilizado para conclusão deste projeto foi o de Revisão Bibliográfica utilizando obras de autoras Norma Seltzer Goldstein, Michael Godstein e Edyleine Bellini Peroni Benczik que enfocam problemas e soluções dobre o TDAH.

Busquei informações necessárias para compreender os diferentes aspectos da hiperatividade, tais como comportamento e relacionamento do individuo hiperativo.

Referências bibliográficas

BENCZIK, Edyline Bellini Peroni. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: atualização diagnóstica e terapêutica: característica, avaliação, diagnóstico e tratamento: um guia de orientação para profissionais. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.

GOLDSTEIN, S. e GOLDSTEIN, M. Hiperatividade: Como Desenvolver a Capacidade de Atenção da Criança. Campinas, SP: Papirus, 1994, 3 edição. (Série Educação Especial).

FUZINELLI, Regina de Cássia. Conhecendo a Hiperatividade . FCL; Araraquara, 1999

Shantala, massagem que alivia cólicas e acalma os bebês

A proposta abaixo sugerida geralmente é aplicada por mães em seus filhos bebês. Todavia, tendo em vista que muitos ingressam cedo demais em berçários e creches, a atividade pode ser realizada por professoras, objetivando suprir um pouco a carência da presença materna e firmando ainda mais seus laços afetivos com os alunos.

Escolha um horário diário ou semanal e aplique a Shantala em seus alunos bebês – eles merecem e agradecem!

De onde surgiu?

O obstetra Fréderic Leboyer percebeu que na Índia, apesar da pobreza, as crianças tinham bom tônus muscular e eram alegres. Foi pesquisar e conheceu Shantala, nas ruas pobres de Calcutá. A mulher estava com o filho no colo e massageava a criança com naturalidade. Leboyer descobriu que aquilo era uma tarefa diária das mães indianas, gostou do que viu e resolveu levar para a Europa o que havia aprendido. Batizou a massagem de Shantala, e escreveu um livro sobre o assunto.









Você vai precisar:

óleo de amêndoa doce ou de camomila
2 travesseiros confortáveis
2 toalhas grandes
brinquedo de estimação por perto
música suave
ambiente aquecido
Importante : O bebê não pode sentir frio.

A shantala é bastante interessante na fase em que o bebê ainda não tem controle sobre todos os movimentos do corpo, porque serve de estímulo.

São necessárias apenas algumas gotinhas de óleo vegetal para deslizar as mãos atingindo objetivos como acalmar o bebê, eliminar gases, cólicas e prisão de ventre ou deixar o sono mais tranqüilo.

É indicado o óleo vegetal para a massagem porque ele é mais fácil de ser absorvido pela pele do bebê. Normalmente a versão de amêndoa pura e, nos casos de cólicas muito acentuadas, óleo com camomila .

Para uma massagem mais relaxante, é só fazer a série de forma mais suave e superficial. Se a idéia for estimular o bebê, os toques precisam ser mais profundos e rápidos.

O ideal é repetir os movimentos três vezes e aumentar o número gradativamente de acordo com a aceitação do bebê.

É muito importante que a massagem seja prazerosa para o bebê, mantendo-o calmo e sem chorar.

O ideal é fazer a shantala meia hora depois de uma mamada para que o bebê não sinta fome durante a massagem. Se ele sente muita cólica na parte da tarde, por exemplo, é recomendável que a massagem seja feita de manhã, servindo como medida preventiva.

Baseando-se nos canais e centros energéticos do corpo. Se observarmos isso teremos um retorno 100% benéfico para o bebê. O toque, o carinho provoca um aumento da auto-estima e consequentemente da imunidade.

Como a massagem é feita diariamente é importante manter um ritmo. Atua sobre todo o sistema neurológico equilibrando-o. Desenvolve a coordenação motora. Atua ainda sobre a musculatura, articulações, alonga e promove eliminação de tensões, facilita um sono tranqüilo e profundo. Enfim, transforma o bebê num bebê saudável em todos os aspectos.

A criança que recebe amor na infância será um adulto equilibrado, sem traumas e que transmitirá sentimentos altamente elevados para com os seres humanos e toda a natureza.

Saiba como fazer a Shantala

Sente-se com as pernas esticadas para frente e deite o bebê sobre elas. Comece fazendo uma limpeza energética, esfregando uma mão na outra, para que as palmas fiquem aquecidas. Faça essa fricção com as mãos no alto da sua cabeça, para que a energia flua. Inspire e mentalize energia positiva para o seu bebê.
Faça um triângulo com as mãos e leve até a altura do peito do bebê (sem tocá-lo com a distância de um palmo). Separe as mãos e vá contornando todo o corpinho da criança, sem tocá-la, e expire.
A cada contorno terminado, chacoalhe as mãos (como se elas estivessem molhadas e você quisesse eliminar o excesso de água). Repita o procedimento por três vezes, mantendo a respiração.

3.Passe o óleo em suas mãos e esfregue-as. Lembre-se de passar o óleo novamente, sempre que começar a massagear uma nova região (exceto o rosto do bebê).

4.Com as mãos bem relaxadas e os dedos unidos, posicione-as no centro do peito do bebê. Deslize, horizontalmente, a mão esquerda até a axila de mesmo lado. Simultaneamente, faça o mesmo movimento à direita.

5.Novamente, comece o movimento no centro do peito do bebê e, dessa vez, termine em cada um dos ombros dele.

6.Começando o movimento pelo centro do peito da criança, suba uma mão de cada vez (formando um X), até o final do ombro. Deixe seus dedos chegarem embaixo da orelha dele. Sempre que a massagem for feita em movimentos alternados, inicie pelo lado esquerdo do bebê, que é o lado mais receptivo.

7.Faça um círculo com as suas mãos, como se fosse um bracelete. Com uma delas, segure o pulso do bebê. Enquanto isso, a outra mão vem de encontro àquela que está segurando o pulso, partindo do ombro. Quando as mãos se encontrarem, alterne-as, dando continuidade o movimento funciona como se o bracinho do bebê fosse uma corda, que você puxa para escalar uma parede.

8. Faça um movimento de rosca (uma torsão suave) com as duas mãos, iniciando pelo ombro e descendo até o pulso do bebê.

9. Apoie a mão do bebê, com a palma virada para cima, em uma das suas mãos. Use o seu polegar da outra para massagear a mãozinha dele, partindo do pulso e chegando até a ponta dos dedinhos.

10. Deslize sua mão espalmada e com os dedos unidos por toda a mãozinha do bebê.

11. Aperte delicadamente os dedinhos do bebê, um a um, começando pelo polegar.

12. Faça um movimento com as suas mãos em concha, da base das costelas até o começo dos genitais dele. Essa técnica é ótima para aliviar as dores da cólica. Se as dores forem muito fortes, intensifique o movimento.


13.Segure as perninhas para o alto e, com o ante-braço, coninue massageando a região abdominal. Repita o mesmo movimento com as mãos.

14.Faça um círculo com as suas mãos, como se fosse um bracelete. Com uma delas, segure o tornozelo do bebê. Enquanto isso, a outra mão vem de encontro àquela que está segurando o tornozelo, partindo da virilha. Quando as mãos se encontrarem, alterne-as, dando continuidade ao movimento, como no passo 7.

15.Apóie o pé do bebê em uma das suas mãos. Com a outra, deslize o polegar, massageando a sola do pezinho.

16.Deslize sua mão espalmada e com os dedos unidos por todo o pé do bebê, tanto a sola como o peito.

17.Aperte delicadamente os dedinhos do pé do bebê, um a um, começando pelo polegar.

A criança bipolar

Janice Papolos


Para saber se uma criança apresenta o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) é importante evitar justificar alguns comportamentos que podem revelar a doença. Há crianças que nascem mais animadas, com temperamento mais eufórico, com muita energia e criatividade, porém se adaptam bem ao meio-ambiente familiar ou escolar, não causando nenhum transtorno para ela mesma e/ou para os outros. São normais. Por outro lado, se ela é super-irritável, variando repentinamente entre a euforia e a tristeza, entre o desânimo e a hiperatividade (agitação), tendo falta de sono, sem ter nada que explique isto, e se já houve casos de TAB ou depressão séria em algum membro da família, os pais devem procurar orientação médica.
Pode ser mais difícil diagnosticar esta doença na infância porque geralmente pais e professores parecem encontrar uma “causa” para a criança estar eufórica ou depressiva. Surgem explicações lógicas, mas nem tudo o que é lógico é normal. Um adulto que trabalha euforicamente por anos, com pouco ou nenhum episódio depressivo, dificilmente também alguém poderá considerá-lo Bipolar Tipo II (veja artigo anterior), porque pode se tratar de uma pessoa “muito produtiva e empreendedora".

Apesar de não existirem testes padronizados para a Desordem Bipolar, o Dr. Valentim Gentil Filho, professor de psiquiatria da Universidade de São Paulo, cita um adaptado do livro “The Bipolar Child” (“A Criança Bipolar”), o qual reproduzo abaixo e que pode servir de alerta para os pais, professores ou outros cuidadores das crianças.

Assinale os comportamentos que a criança apresenta ou apresentou no passado. Se você assinalar mais de 20 itens, ela deveria ser examinada por um profissional da área.

A criança:

1- Fica aflita demais quando separada da família

2- Demonstra ansiedade ou preocupação excessiva

3- Tem dificuldade para levantar-se pela manhã

4- Fica hiperativa e excitável à tarde

5- Tem sono agitado ou dificuldade para conciliar o sono

6- Tem terror noturno ou acorda muitas vezes no meio da noite

7- Não consegue concentrar-se na escola

8- Tem caligrafia pobre

9- Tem dificuldade em organizar tarefas

10- Tem dificuldade em fazer transições

11- Reclama de sentir-se aborrecida

12- Tem muitas idéias ao mesmo tempo

13- É muito intuitiva ou muito criativa

14- Distrai-se facilmente com estímulos externos

15- Tem períodos em que fala excessiva e muito rapidamente

16- É voluntariosa e recusa-se a ser subordinada

17- Manifesta períodos de extrema hiperatividade

18- Tem mudanças de humor bruscas e rápidas

19- Tem estados de humor irritável

20- Tem estados de humor vertiginosamente alegres ou tolos

21- Tem idéias exageradas sobre si mesma ou suas habilidades

22- Exibe um comportamento sexual inapropriado

23- Sente-se facilmente criticada ou rejeitada

24- Tem pouca iniciativa

25- Tem períodos de pouca energia, ou alheamento, ou se isola

26- Tem períodos de dúvida sobre si mesma ou de baixa estima

27- Não tolera demoras ou atrasos

28- Persegue obstinadamente suas próprias necessidades

29- Discute com adultos ou é mandona

30- Desafia ou se recusa a cumprir regras

31- Culpa os outros por seus erros

32- Enerva-se facilmente quando as pessoas impõem limites

33- Mente para evitar as conseqüências de seus atos

34- Tem acessos de raiva ou fúria explosivos e prolongados

35- Tem destruído bens intencionalmente

36- Insulta cruelmente com raiva

37- Calmamente faz ameaças contra outros ou contra si mesma

38- Já fez claras ameaças de suicídio

39- É fascinada por sangue ou coágulos

40- Já viu ou ouviu alucinações

Quanto ao tratamento do Transtorno Afetivo Bipolar, o mesmo deve ser feito por médico psiquiatra e envolve o seguinte:

1)Medicamentos: antidepressivos, estabilizadores do humor, lítio, às vezes neurolépticos. Lembre-se: os mesmos medicamentos produzem resultados diferentes para pessoas diferentes e NÃO devem ser tomados sem prescrição médica. O lítio é altamente tóxico, embora com bons resultados para várias pessoas na fase eufórica. O médico responsável pelo tratamento deverá solicitar periodicamente exames de sangue para o controle do nível do lítio no sangue, buscando uma dosagem eficaz. Se for acima de 1.2mEq/l, pode causar intoxicação grave. Se for abaixo de 0.6mEq/l pode ser ineficaz. Não se automedique. Não tome medicamentos sugeridos por pessoas leigas, mesmo que elas ou conhecidos delas tenham obtido bons resultados.

Cafeína (bebidas com “cola”, “energizantes”), cocaína, anfetaminas (usadas ou não em “fórmulas para emagrecer”) podem desencadear a doença bipolar, entre outros distúrbios mentais. Anti-depressivos podem levar a pessoa para o pólo eufórico.

2)Psicoterapia – feita por psicólogo clínico ou psiquiatra, geralmente é ineficaz nas fases maníacas especialmente do Bipolar Tipo I porque a pessoa está refratária a qualquer conselho, advertência e psicoterapia. Ela poderá ser útil na fase depressiva, como orientação profissional no período inter-crises, e em quadros muito leves eufóricos. A terapia e aconselhamento familiar são úteis também.
3)Mudanças no estilo de vida – aceitar as limitações; eliminar o consumo de substâncias nocivas à saúde como o café e outras bebidas com cafeína; não ingerir nenhuma bebida alcoólica; ter horários fixos para alimentar-se; tomar três refeições ao dia (um farto desjejum, bom almoço, jantar leve 3 horas antes de dormir); intervalo de 5 horas entre uma refeição e outra; tomar muita água pura nos intervalos; caminhar pelo menos 30 minutos por dia, cinco vezes por semana; dormir em horário regular antes das 23h, adotar uma dieta preferencialmente vegetariana evitando produtos de origem animal; melhorar o contato afetivo com as pessoas, desenvolver uma filosofia espiritual na vida. Estudos científicos mostram que os que praticam uma fé religiosa têm melhores resultados na saúde em geral.

PROJETO ARCO-IRIS

1) Tema: Arco-Íris

2) Objeto Detonador: Este projeto tem o objetivo de fazer com que a criança conheça as cores e um pouco das formas.

3) Justificativa pedagógica: É importante nesta fase proporcionar aos alunos a visualização e exploração do universo das cores, ajudando assim a criança a identificá-las.

4) Perfil do Grupo: Crianças de dois a quatro anos, em descobrimento das coisas do mundo

5) Objetivos pedagógicos:

Conceituais:
• Nomear cores.
• Identificar cores e formas.
• Reconhecer as diferentes cores.
• Desenvolver percepções visuais e auditivas.
• Ampliar vocabulário.
• Identificar as letras do alfabeto.

Procedimentais:
• Aprender a usar as cores.
• Conhecer e nomear as cores.
• Ampliar vocabulário
• Reconhecer as cores e formas utilizadas pelo mundo.

Atitudinais:
• Apreciar as artes visuais.
• Demonstrar e interessar-se pelo mundo social e natural.
• Reconhecer, identificar e valorizar as cores.

6) Janelas:
• Artes visuais.
• Linguagem escrita e oral.
• Matemática.
• Natureza e sociedade.
• Música.
• Alfabeto.

7) Etapas pedagógicas:
- Conversar sobre as cores primárias e secundárias e sobre as formas (quadrado, círculo, triângulo e retângulo).
- Falar com as crianças sobre o arco-íris, se sabem o que é, se já viram algum.
- Ouvir a música arco-íris da Xuxa, acompanhando o ritmo com a aula.
- Identificar as letras do alfabeto.
- Utilizar raciocínio e lógica para a montagem do quebra cabeça, trabalhando também a coordenação motora.
- Conhecer as diversas cores na atividade de pintar.
- Trabalhar números com a contagem das letras do arco-íris.
- Trabalhar a memorização da criança e reconhecimento de algumas formas geométricas no jogo da memória.
- Trabalhar a seqüência das cores e o reconhecimento do alfabeto.
- Contar a quantidade de cada flor de acordo com as cores das flores.

8) Duração:

• Aproximadamente de uma a duas aulas, de acordo com o nível de aprendizado da turma.

A ÁRVORE

1) Tema: A Árvore

2) Objeto Detonador: Este projeto tem como objetivo fazer com que a criança conheça a natureza e especialmente as árvores.

3) Justificativa pedagógica: É importante nesta fase proporcionar aos alunos a visualização e exploração da natureza, ajudando assim a criança a aprender a conviver e respeitar a natureza.

4) Perfil do Grupo: Crianças de quatro a seis anos, em descobrimento das coisas do mundo.

5) Objetivos pedagógicos:

Conceituais:
• Nomear partes da árvore.
• Identificar cada parte da árvore.
• Reconhecer as diferentes partes.
• Desenvolver percepções visuais e auditivas.
• Ampliar vocabulário.
• Identificar as letras do alfabeto.

Atitudinais:
• Apreciar as artes visuais.
• Demonstrar e interessar-se pelo mundo social e natural.
• Reconhecer, identificar e valorizar a natureza.
6) Janelas:
• Artes visuais.
• Linguagem escrita e oral.
• Vogais.
• Natureza e sociedade.
• Música.
• Alfabeto.

7) Etapas pedagógicas:
- Conversar sobre a natureza e as árvores, a valorização do meio ambiente e o respeito pelos seres vivos. E a importância do meio ambiente para uma vida melhor.
- Falar com as crianças sobre a árvore, se sabem o que é, se já viram algum e se aprenderam a identificar cada parte dela.
- Ouvir a música Dona Árvore da Bia Bedran, acompanhando o ritmo com a aula.
- Identificar as letras do alfabeto.
- Utilizar raciocínio e lógica para a montagem do quebra cabeça, trabalhando também a coordenação motora.
- Conhecer as diversas cores na atividade de pintar.
- Trabalhar com raciocínio, percepção e linguagem visual no caça-palavras.
- Trabalhar a memorização da criança e reconhecimento da figura anterior no jogo dos sete erros.
- Trabalhar as vogais na formação das palavras.
- Trabalhar a percepção do meio ambiente de cada aluno, para entender melhor o que ele vê de meio ambiente.

8) Duração:

• Aproximadamente de uma a duas aulas, de acordo com o nível de aprendizado da turma.

Projeto Animais Diferentes

1) Tema: Animais diferentes

2) Objeto Detonador: Este projeto tem o objetivo de fazer com que a criança conheça animais de diferentes espécies.

3) Justificativa pedagógica: Nesta fase a criança já pode diferenciar diferentes espécies e tipos de animais existentes.

4) Perfil do Grupo: Crianças de dois a seis anos em fase questionadora e descobrindo o mundo.

5) Objetivos pedagógicos:

Conceituais:
• Trabalhar raciocínio e lógica.
• Desenvolver percepção visual.
• Identificar cores.
• Ampliar vocabulário.
• Identificar as letras do alfabeto.
• Desenvolver quantidade.

Procedimentais:
• Aprender tipos existentes de animais.
• Conhecer e nomear os animais.
• Ampliar vocabulário.
• Reconhecer os animais e espécies que habitam a natureza.
Atitudinais:
• Reconhecer, identificar e valorizar animais e seus habitats naturais.
• Interessar-se pelo mundo natural.
• Apreciar a natureza.
6) Janelas:
• Alfabeto.
• Números.
• Linguagem escrita e oral.
• Artes visuais.
• Natureza e sociedade.

7) Etapas pedagógicas:
- Conversar sobre os tipos e espécies diferentes de bichos, (cavalo, sapo, papagaio, coelho, borboleta, cachorro, cobra, passarinho e peixe).
- Trabalhar a memorização da criança e reconhecimento de algumas espécies de animais e seus nomes no jogo da memória.
- Identificar as características das espécies de animais.
- Identificar espécie e característica de animais que nadam e pintar.
- Identificar e completar consoantes que faltam para completar os nomes dos bichos.
- Trabalhar a percepção visual nas caça-palavras na procura dos nomes dos animais.
- Trabalhar o raciocínio lógico e a percepção visual no jogo dos cinco erros.
- Contar a quantidade de bichinhos repetidos, utilizando os números até 5.
- Utilizar raciocínio e lógica para montar o quebra-cabeça, trabalhando cores no vamos pintar.

8) Duração:

Aproximadamente de uma a duas aulas, de acordo com o nível de aprendizado da turma.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

OBESIDADE INFANTIL


Jornal O Estado de S. Paulo

3/julho/2011

Para combater a obesidade em crianças, nada de TV no quarto

3 de Julho de 2011

Nanci Hellmich, do The New York Times

Retirar os aparelhos de TV dos quartos das crianças; ensiná-las a comer apenas quando têm fome; não privá-las das brincadeiras como castigo. São recomendações de um novo relatório da ONG americana Institute of Medicine (IOM), um dos primeiros estudos abrangentes sobre o que deve ser feito para prevenir obesidade em menores de 5 anos.

“A obesidade epidêmica não poupou as crianças menores”, diz Leann Birch, presidente do comitê do IOM que fez o relatório e dirige o Centro de Pesquisa da Obesidade Infantil da Universidade Estadual da Pensilvânia.

Cerca de 20% das crianças dos EUA estão acima do peso ou são obesas antes de ir para o jardim da infância, com taxas mais elevadas entre as crianças de baixa renda de origem afro-americana e hispânica, ressalta o estudo. Dados do governo mostram que 30% das crianças em idade escolar estão acima do peso ou obesas.

O relatório pretende alertar os órgãos de assistência à criança, as creches e os educadores do jardim da infância, mas em grande parte as recomendações podem se aplicar também aos pais.

Segundo o texto, as crianças devem ter atividades físicas o dia todo e o sono deve ser estimulado conforme a idade. Dados estabelecem uma relação entre a breve duração do sono e o excesso de peso, segundo Leann.

Os adultos devem criar ambientes que garantam um sono repousante para as crianças, por exemplo, não permitindo a presença de aparelhos dotados de tela nos quartos de dormir. Atualmente, cerca de 40% das crianças entre os 4 e os 6 anos nos EUA têm TV no quarto.

Outra dica é limitar o tempo e a exposição ao marketing de comidas e bebidas. As creches também deveriam limitar o período em que as crianças ficam na frente da TV, assim como o uso de computadores, celulares e outras tecnologias digitais para menos de duas horas ao dia para crianças de 2 a 5 anos. Controlar o peso e a altura segundo tabelas de crescimento, do nascimento aos 5 anos, a cada ida ao médico, também é recomendado. /

UM BOM FILME


ASSISTI ESTE FILME NO FINAL DE SEMANA, ADOREI!
ABORDA VIOLÊNCIA NA ESCOLA, QUE POR SINAL ESTA CADA VEZ MAIOR.
É UM FILME ÓTIMO PARA SER TRABALHADO COM O ENSINO MÉDIO E EM REUNIÕES PEDAGÓGICAS, POIS ACHO EU QUE A MUDANÇA TEM QUE COMEÇAR EM NÓS PROFESSORES.

SEGUE ABAIXO O SITE COM A PEÇA DO FILME.

http://www.calameo.com/books/00064689375d8843e4059

sexta-feira, 15 de julho de 2011

SELEÇÃO PREFEITURA DO RECIFE E SECRETARIA DA JUVENTUDE

SITE DA UPENET

http://www.upenet.com.br/

AJUDAR É PRECISO


ENTREM NESSA CORRENTE E DIVULGUEM ESSE CARTAZ.

Filmes que abordam a Temática EDUCAÇÃO ESPECIAL

À Primeira Vista
Virgil, um homem que ficou cego após um acidente na infância, é convencido por Amy, que por ele se apaixona, a fazer um novo tratamento especial. Esta cirurgia é realizada com sucesso e ele recomeça tudo de novo, reaprendendo a enxergar à luz do dia e a conhecer a força do amor.
Além dos Meus Olhos - (Eye On The Sparrow) Após alguns anos de casados, James e Ethel, que são cegos descobrem que não podem ter filhos. Quando decidem adotar uma criança, eles têm que enfrentar uma série de barreiras legais - e provar que são capazes de cuidar de alguém.
Amargo Regresso Um retrato realista dos efeitos da guerra do Vietnã nas famílias dos soldados americanos. Enquanto seu marido luta no Vietnã, mulher se apaixona por um soldado paraplégico, amargurado pelas memórias traumáticas da guerra.
Castelos de Gelo - (Ice Castles) Patinadora adolescente é descoberta por famosa treinadora, que transforma a garota em campeã mundial. No auge da fama, ela sofre acidente, que a deixa cega, tendo de recomeçar do zero, com a ajuda do namorado.
Dançando no Escuro Uma imigrante tcheca leva uma vida cheia de dificuldades trabalhando nos Estados Unidos, vivendo numa caravana, com seu filho de 12 anos. Ao descobrir que está perdendo a visão lentamente, tenta a todo custo esconder o fato de todos, principalmente do seu filho, porque ela descobre, também, que a doença é genética.
Eterno Amor O filme é uma bela historia de amor adaptada do livro Um Long Dimanche de Fíançaiiies, de Sébastien Japrisot, que tem como pano de fundo a 1ª Guerra Mundial. Eterno Amor é do mesmo diretor de O Fabuloso Destino Poulain e traz no elenco Audrey Tatou (também de Amélia Poulain) como protagonista. Mathilde, a personagem de Tatou, tem deficiência física, em virtude de poliomelite adquirida na infância. Mas a deficiência nunca foi obstáculo para impedi-la de correr atrás de seu amor e não mediu esforços para conseguir o que realmente desejava. Eterno Amor é um filme francês.
Feliz Ano Velho Vencedor de seis prêmios no Festival de Gramado, inclusive o de melhor roteiro, narra história de um universitário que mesmo sendo mergulhador fica tetraplégico após um mergulho em um lago raso. Na cadeira de rodas, recorda a sua adolescência.
Filhos do Silêncio Oscar e Globo de Ouro de melhor atriz e Urso de Prata no Festival de Berlim para direção. História de um professor de linguagem dos sinais para surdos que apaixona-se por uma surda-muda que tem dificuldades de relacionamento com as pessoas.
Forrest Gump - O Contador de Histórias Oscar de melhor filme, ator, diretor, roteiro, montagem e efeitos especiais. O filme mostra como um rapaz com QI abaixo da média, consegue, por acaso, viver um período da história dos EUA. No filme há participação de um amputado das pernas.
Janela da Alma Um documentário sobre a deficiência visual, no qual 19 pessoas com diferentes graus - da miopia à cegueira total, falam como vêem os outros e como percebem e sentem o mundo. Personalidades como Marieta Severo (atriz), Hermeto Pascoal (músico), Arnaldo Godoy (vereador), Evgen Bvacar (fotógrafo e professor de estética da Surbone), José Saramago (prêmio Nobel), Wim Wenders (cineasta), Oliver Sachs (neurologista), e muitos outras fazem surpreendentes e inesperadas revelações sobre a visão. Premiações.
Johnny vai à Guerra Ganhou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes. Um jovem volta da primeira guerra mundial, drasticamente mutilado, sem as pernas, braços e, ainda, sem um pedaço da face, fica num leito de hospital. A chocante mensagem anti-bélica foi censurada em diversos países.
King Gimp Vencedor do Oscar Documentário que retrata a condição de vida de um jovem com paralisia cerebral.
Lágrimas do Silêncio Nesta história a personagem, surda, entrega a filha aos cuidados da avó, até recuperar-se emocionalmente após a morte do marido. Durante este tempo, a avó apega-se de tal forma à neta, que requer sua guarda em processo na justiça.
León e Olvido O filme que nos ensina a conhecer a síndrome de Down - Olvido é uma mulher de 21 anos. León, seu irmão, tem síndrome de Down. Faz 4 ou 5 anos que ficaram órfãos e, como única herança, eles têm a casa onde moram e um carro velho. Entre eles começa desenvolver-se, de modo cada vez mais desesperado, um conflito: Olvido quer que León aceite morar em um internato ou que vá e volte sozinho da escola e se ocupe, pelo menos, de suas coisas e de algumas tarefas domésticas; por sua vez, León faz todo o possível para que suas atividades, responsabilidades e tarefas sejam mínimas e sua irmã cuide dele de corpo e alma. O desespero de Olvido vai aumentando e a tenacidade de León será continuamente posta à prova. Para ambos ocorrem situações muito extremas, das quais será difícil que eles saiam ilesos.
Meu Pé Esquerdo Oscar de melhor ator e atriz coadjuvante. Esta é a história real do escritor e pintor irlandês Christy Brown, seqüelado de paralisia cerebral, desde bebê, que conseguiu pintar e escrever usando para isto, apenas o seu pé esquerdo.
Mr. Holland - Adorável Professor Um homem que trabalha como professor para sustentar a família, tem um desejo de compor uma sinfonia. Quando sua esposa dá a luz ao filho do casal, ele descobre que a criança é surda. Esta descoberta o faz sofrer muito e, então, ele decide organizar um concerto para pessoas com deficiência auditiva.
Nascido em 4 de julho - (Born On The Fourth Of July) Soldado americano que defendia ideais de seu país, é ferido no Vietnã e fica paraplégico. No hospital, começa a questionar a posição americana na guerra e se decepciona. Torna-se um ativista político e é considerado traidor. Baseado em história real. Oscars para direção e montagem.
Nell Um médico e uma psicóloga que tentam integrar e adequar uma pessoa criada sem qualquer contato com o mundo até os trinta anos, sem deixar que ela perca sua individualidade. Esta pessoa é Nell, que durante sua vida, inclusive, criou sua própria linguagem.
O Colecionador de Ossos Após um acidente, o brilhante investigador policial fica tetraplégico. Entretando, apaixonado pela profissão continua trabalhando e, com a ajuda de uma policial novata, mas dedicada e perspicaz, consegue desvendar o misterioso enigma do assassino que mata avisando antes.
O Despertar para Vida Depois de sofrer um grave acidente, um jovem escritor tem que freqüentar um centro de reabilitação, em uma cadeira de rodas. Um motociclista racista e rebelde e um negro alcoólatra e paquerador são alguns de seus companheiros. Eles descobrem no companheirismo novos horizontes para suas vidas.
O Franco Atirador As seqüelas que a guerra no Vietnam deixa em três amigos, dos quais dois são paraplégicos. O filme conta a história destes amigos.
O Homem Elefante A história de John Merrick (John Hurt), um desafortunado cidadão da Inglaterra vitoriana que era portador do caso mais grave de neurofibromatose múltipla registrado, tendo 90% do seu corpo deformado. Esta situação o leva ser atração em circos de aberrações, vítima desta doença que o deforma, este homem tenta a todo custo recuperar a sua dignidade (história real).
O Oitavo Dia Prêmio de melhores atores em Cannes. Ao vagar sem rumo pelas estradas da França, um empresário estressado, por pouco atropela um jovem com da Síndrome de Down. O empresário leva-o no seu carro e a partir daí nasce uma profunda amizade entre os dois.
O Óleo de Lorenzo O filme é baseado em fatos reais. Conta a história de Lorenzo e da luta dos seus pais para salvá-lo de uma rara doença, recusando o prognóstico médico de uma doença incurável, com perspectiva de vida de dois anos.
Perfume de Mulher Um ex-capitão cego e amargurado e um jovem contratado para acompanhá-lo em um tour pela Itália. Esta é a história do filme, que mostra a amizade entre os dois. Ele descobre mulheres atrativas, usando seu apurado olfato. O filme mostra variados cenários da Itália para ilustrar a condição de um homem que está condenado à cegueira, mas pouco disposto a aceitar suas limitações.
Prisioneiros do Silêncio Uma mãe descobre as maneiras de comunicar-se com seu filho autista, após levá-lo à uma instituição especializada.
Rain Man Rapaz viaja a asilo a fim de aproximar-se do irmão autista e herdar toda a fortuna paterna sozinho. Em sua viagem de volta, os dois redescobrem os antigos sentimentos e passam a viver juntos e sem ressentimentos.
Sempre Amigos O filme conta a história de dois meninos e da amizade entre eles. Kewin sofre de distrofia muscular, e é super-dotado. Max, com 13 anos, tem pouca inteligência, é muito arredio e não tem amigos, é forte e grande. Uma grande amizade entre eles se inicia quando Kewin e sua mãe se tornam vizinhos de Max.
Simples como amar Mãe superprotetora que não aceita a recuperação da filha jovem com leve problema mental que volta de uma escola especial dizendo que arranjou um namorado. A mãe é contra esse relacionamento, mas o amor pode falar mais alto.
Sonata de Outono Este filme narra a história de um pianista e sua relação com as filhas, das quais, uma sofre de doença neurológica degenerativa.
Testemunha do Silêncio Um casal de irmãos assiste ao assassinato dos pais, o menino tem 9 anos e é autista. A polícia pede ajuda a um dos maiores especialistas no tratamento de crianças autistas, para desvendar o crime.
Tudo pela Vida A relação insuportável que uma artista de novela que sofre um acidente, tem com as suas enfermeiras, que a acompanham no tratamento de recuperação na casa dos pais. Então, começa uma amizade entre a atriz e uma destas enfermeiras.
Uma Lição de Amor - (I Am Sam) O filme acompanha a trajetória de Sam Dawson, um adulto com a idade mental, a inocência e a sinceridade de uma criança de sete anos. Um homem que o destino quis que se tornasse pai solteiro de Lucy. Embora tivesse dificuldades, com a ajuda de amigos muito especiais, Sam conseguiu fazer dos primeiros anos de vida de Lucy, uma infância repleta de amor e alegria.
Uma Mente Brilhante - (A Beautiful Mind) Um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante John Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o prêmio Nobel.


FONTE: http://escolaeinclusao.blogspot.com/2007/08/filmes-que-abordam-temtica.html

Videos sobre educação especial

Achei esse site com videos para trabalhar a educação especial. pode baixar a vontade


http://www.lendo.org/21-filmes-em-que-a-educacao-e-um-tema-criativo/